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Além de atuar como farmacêutico bioquímico e hospitalar, Gustavo Alves dos Santos possui ampla experiência acadêmica e será um dos professores responsáveis por ministrar aulas do curso de Pós-Graduação em Farmácia Hospitalar do IEPG.

Confira a entrevista:

Grande parte da população não compreende a importância que o profissional de Farmácia Hospitalar exerce sobre o tratamento individual de cada paciente. Até que ponto a qualidade do serviço do atuante da área interfere na eficácia do tratamento?

O farmacêutico hospitalar atua diretamente na farmacoterapia, isto é, todo o tratamento medicamentoso passa pela avaliação de um farmacêutico nas instituições de saúde. Desta forma, todos os eventos relacionados ao uso de medicamentos podem ser prevenidos e atenuados pelo farmacêutico, tais como reações adversas e interações medicamentosas. Além disso, o farmacêutico atua diretamente na promoção do uso racional de medicamentos.

No Brasil, ainda existe certa desumanização no que tange ao atendimento dos pacientes. Na área de Farmácia Hospitalar, quais competências o profissional deve assumir para modificar esse quadro? O que está faltando na maioria dos profissionais já especializados?

Realmente este é um problema importante e, no caso do farmacêutico, é necessário que ele desenvolva habilidade de comunicação interpessoal, buscando sintonia na relação com o paciente, pois somente assim todas as suas orientações serão compreendidas e empregadas.

Como o graduado em Farmácia pode identificar se a especialização em Farmácia Hospitalar combina com o seu perfil?

A Farmácia Hospitalar é a única área de atuação dentro do segmento farmacêutico que possibilita ao profissional combinar todos os seus conhecimentos e habilidades: farmacologia, dispensação, manipulação, farmácia clínica e atenção farmacêutica, entre outros. Sendo assim, a Farmácia Hospitalar reúne praticamente toda a essência da atuação farmacêutica.

Qual o panorama atual do mercado? Há uma previsão de crescimento para os próximos anos?

Mesmo em momentos de crise, o segmento farmacêutico é o que mais cresce. E, especificamente na área de Farmácia Hospitalar, as contratações seguem com ótimas previsões, muito em detrimento dos selos de certificação e também do marco regulatório em farmácia hospitalar.

Qual a média salarial de um especialista em Farmácia Hospitalar?

Depende do local e das características do serviço. Mas, um farmacêutico clínico trainee em São Paulo, por exemplo, começa com um salário em torno de R$ 3.500,00.

Quais vantagens um especialista na área tem em relação aos demais profissionais graduados em Farmácia?

Em primeiro lugar, ele atende aos requisitos legais (Resolução 492/CFF e Portaria 4283/MS), além de cumprir as exigências do mercado, especificamente dos padrões de qualidade dos serviços de saúde.

O que você diria para as pessoas que pensam em focar em Farmácia Hospitalar? É um bom momento? Quais direcionamentos ela deve tomar?

A Farmácia Hospitalar vive um bom momento desde 2010, com forte crescimento e agregando oportunidades muito boas de progressão para profissionais. Mas necessita, por parte de quem deseja atuar nesse segmento, de muito preparo e dedicação, pois as responsabilidades assumidas pelo farmacêutico hospitalar são inúmeras e complexas. Além disso, sua inserção na equipe multiprofissional é considerada essencial.

O IEPG está à disposição para esclarecer dúvidas sobre a área ou o curso de Pós-Graduação em Farmácia Hospitalar. Basta entrar em contato: (62) 3242-2040 (IEPG GOIÂNIA) e (61) 4063-8655 (IEPG BRASÍLIA). 

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