Logo IEPG Pós-Graduação

Blog

Conheça mais sobre a área de Análises Clínicas e Toxicológicas

A coordenadora da área da saúde da Pós–Graduação Oswaldo Cruz, professora Drª Alice Chasin, tira dúvidas e explica a área de Análises Clínicas e Toxicológicas. Segundo ela, o papel do profissional de Farmácia na área de Análises Clínicas "é exercer atenção farmacêutica individual e coletiva na área das Análises Clínicas e também nas Análises Toxicológicas”.

 

A professora explica também que o mercado de trabalho atualmente demanda que seus profissionais procurem se especializar ao máximo. "Ele (o mercado) exige bastante do profissional, sobretudo a habilidade de exercer as Análises Clínicas e Toxicológicas. Em outras palavras, o mercado exige habilidade e quem dá essa habilidade é o curso de especialização. Há vários cursos de graduação que possibilitam aos egressos exercer as ACT. Esse âmbito profissional está definido desde 2002 pelo Conselho Nacional de Educação Superior, quando exarou as diretrizes para cada profissão. A maioria dos cursos optou por uma grade mais generalista”, explicou a docente.

 

A coordenadora esclarece sobre as assinaturas de laudos e reconhecimento das Faculdades Oswaldo Cruz pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Conselho Federal de Farmácia – CFF. "Como instituição de ensino, não precisamos submeter os nossos cursos de pós–graduação aos conselhos regionais e/ou federais para aprovação ou reconhecimento. Assim, a submissão de nossos cursos ao CFF é facultativa. Ainda, quando da submissão aos Conselhos representativos de categoria, temos que cumprir as exigências dos mesmos, que apontam no sentido de reserva do âmbito profissional, o que, em vários de nossos cursos não se aplica, posto que é da natureza dos mesmos a multiprofissionalidade", declarou.

 

As principais inovações do segmento para Alice Chasin é a automatização, mas as metodologias mais simples ainda são muito evidentes. "A área está muito automatizada, mas ainda em termos de Brasil se exige em alguns recônditos que haja conhecimento de metodologia mais simples onde possa se aplicar". 

 

Para explicar essa questão, a professora utiliza um exemplo ocorrido em sua família. "Recentemente soube de um caso de uma pessoa que viajou pelo Vale do São Francisco e durante a viagem contraiu esquistossomose. Hospitais de ponta em São Paulo se equivocaram no diagnóstico que pode ser feito através de um exame simples de fezes. Com simples aparatos e conhecimentos da epidemiologia conseguimos sanar muitas doenças. O Brasil ainda precisa dar conta de uma metodologia que possa ser aplicada em todos os laboratórios", explicou a professora. 

 

Sobre o mercado de trabalho e empregabilidade, a professora explicou que existe uma gama de possibilidades dado o grande número de laboratórios existentes no país, assim como clínicas e laboratórios.

 

O público-alvo é composto por farmacêuticos, médicos, biomédicos, biólogos. “Ou por todos aqueles profissionais que, de alguma forma, no seu âmbito profissional que está consubstanciado nas diretrizes curriculares, possam exercer essa prática das análises clínicas”, explicou Alice.

 

Segundo ela, a qualidade do curso "é indiscutível, e por essa razão tem ótima penetração e já é oferecido no formato fora de sede em cidades como: Joinville, Joaçaba, Florianópolis, Manaus, Campo Grande, Goiânia, Salvador, Sorocaba, Montes Claros, Porto Alegre, Dourados, Vitória e Fortaleza". 

 

Ela ainda afirma que possíveis faltas técnicas costumam ser contornadas com o empenho dos alunos. “Em Manaus, eu perguntava de onde eram (os alunos) e eles me diziam o local e quantas horas de barco demoravam para chegar às aulas. Lá, o transporte é basicamente fluvial com acesso dificílimo. Para nós (professores) é uma experiência muito interessante, porque, normalmente, esses estudantes são muito ávidos por informação.”, finalizou.

 

Em Goiânia, a Pós-Graduação em Análises Clínicas e Toxicológicas já está com matrículas abertas. Mais informações: (62) 3242-2040 | (62) 98257-0051

 

Fonte:Oswaldo Cruz

 

VOLTAR

Parceiros